Thursday, February 01, 2007

Friday, December 29, 2006


Ok está confirmado. Uma promessa.

“Frida”, a primeira música da parceria que traz Ribamar Carneiro, Guga Pimentel e Emmanuel Penna em estúdio na formação do trio “N.A.S.A.”, está quase lá. Falta pouco.

Emmanuel, 14, define- se como muito eclético quanto ao que houve e o que toca, conhecendo o trabalho de vários instrumentistas entre estilos variados que vão desde o tão popular Fusion até a Música Brasileira conteporânea. Começou á praticar aos 12 anos, e hoje em dia considera seus ídolos Virgil Donati, Dave Weckl, Kiko Freitas, Mike Portnoy.

Relata que seu melhor professor é atualmente o baterista Leandro Machado, sobrinho de Delcley Machado. Leandro é responsável pelas baquetas na faixa “Lundum Zikado” de 2005, e Emmanuel é o responsável por grande parte das baterias gravadas no primeiro cd do Lundum Tech, em 4 das 10 faixas que você pode conferir nos sites abaixo. Uma promessa:
www.betarecords.com/lundum.tech
www.bandasdegaragem.com.br/lundumtech
http://www.lundumzikado.palcomp3.com.br/
www.soundclick.com/gugapimentel
http://www.tramavirtual.com.br/artista.jsp?id=47056
http://www.purevolume.com/gugapimentel
http://showlivre.uol.com.br/suaBandaHome.php?bandaId=1211
www.democlub.com/
"My trio(Lundum)in the 16th edition of Loaded e-zine:" www.loaded-e-zine.com

Para ouvir um preview de “Frida Kahlo” acesse:
www.soundclick.com/gugapimentel
Para mais informação sobre o trio N.A.S.A. neste blog acesse:
http://paredeabstrata.blogspot.com/2006/12/musas-quantas-fridas-kahlo-voc-v-nesse.html
"Stella Deus":

Ei...
......."June Bug"
.................Começou...
...........O "Stella" já começou...

Who?


: "Everybody Naked" :
>
.....Niilismo,
............> Fusões,
.....................> Controvérsia,
Fod...
............> Pan...
....................> Aleatória...
¨

¨
>>>>>>>>> testing: "One,Two,One" <<<<<<<<<< >
Q= Log inf.
"Stella (...)
..................Deus".

Para ouvir as prévias do Stella acesse os comentários deste post:

Tuesday, December 26, 2006

Pra entrar em 2007 na sola. Muito foda esse disco.

74 anos e tocando ainda absurdos. E ainda tem Weather Report de roupagem nova.
Joe Zawinul: Brown Street (live 2006)":

Joe Zawinul(Key,Vocoder)
Alex Acuna(Per)
Victor Bailey(B)
Nathaniel Townsley(Ds)
The WDR Big Band
Paul Shigihara(G)
Andy Haderer,Keny Rampton,Rob Bruynen,Klaus Osterloh,John Marshall(TP,Flh)、Ludwig Nuss,Dave Horler,Bernt Laukamp(Tb)、Mattis Cederberg(Btb,Tuba)、Heiner Wiberny,Karolina Strassmayer(As,Ss,Fl,Cl)、Olivier Peters,Paul Heller(Ts,Ss,Fl,Cl)、Jens Neufang(Bs,Bass Sax,Bass Cl)

Rec. October 2005,Live at “Joe Zawinul's Biadland”in Vienna.
http://lix.in/9b81fd
http://lix.in/3ff475

Miles Davis, Mike Stern & John Scofield
"Star People Axis"
http://rapidshare.com/files/3667032/M_D_Star_People_Axis.part1.rar
http://rapidshare.com/files/3666585/M_D_Star_People_Axis.part2.rar

http://www.jazzymusic.org/

Thursday, December 21, 2006

Tem disco cavernoso do sco na seção dele. O mesmo ainda tinha cabelo e tocava gibson!

Postagem matadora:

Nguyen Lê live:
Mas.......... tem samples ae.

http://rpod.ru/personal/storage/00/00/00/14/09/76moshkow0806.mp3

"Musas": quantas Fridas Kahlo você vê nesse quadro?

2007: Novo ano, novos conceitos, novo projeto, novas pessoas e quem sabe, novo cd. As gravações já começaram: a música deverá se chamar "Frida" e trará uma abordagem progressiva de temas construídos em escalas espânicas e orientais: Maior Harmônica, Frígio, Octatônica Hispânica, etc...

Já foram gravados 5 violões de aço, palmas e uma guitarra fazendo texturas baseadas em rearmonizações e inversões cordais que me agradam, e, trará além de Emmanuel Penna na bateria, Ribamar Carneiro no Jazz Bass Fretless.

Se passaram 2 semanas da primeira fase da gravação desta música que começou á ser criada em 1999, e que traz 3 temas cavernosos: "Jornada Cigana (2004)", "Niña(1999)" e "Dom Quixote(2004, já no segundo semestre)". As primeiras gravações foram feitas em casa em 2004, quando eu estudava somente violão erudito e algumas técnicas de espanhol como o "rasqueado" e o "picado".

A idéia era fazer algo diferente novamente,usando-se recursos economicamente mais viáveis como o violão. Tentei trazer algo de Al Di Meola e da sonoridade dos discos de Paco De Lucia á música. Há ainda um riff em tempo bem comum ás bandas de progressivo e afins.

A música não levará o nome do Projeto Lundum Tech, como descrito na primeira postagem deste blog ( http://paredeabstrata.blogspot.com/2006_11_01_paredeabstrata_archive.html ), mas, como todas as músicas do projeto têm minha autoria, ela deverá ser executada ao vivo junto á outra gama de composições. A nominação dessa atual parceria deverá ser divulgada também pela Web isoladamente com fotos, mp3 e ocasional videoclipe artesanal sob a direção de Diego Carneiro. Há ainda um segundo projeto, que traz uma parceria antiga, desejosa de realização entre falecidos (com certeza ambos são...) Lundum Tech e Alma Cog. Nesse projeto, além de Ribamar Carneiro, trará meu "brother" João Amorim e outros em um projeto ainda em fase de idealização. As primeiras nomeações deste novo referem-se á "Stella".

E as fusões continuam...

By Guga Pimentel.

Wednesday, December 20, 2006


http://www.axifile.com/?6650719

Yeah.

Tributo ao guittarrista conteporâneo cuja a lenda ainda é Jimi Hendrix... querendo ou não... assim como a lenda do pintor conteporâneo ainda é Picasso.

Tuesday, December 19, 2006

MMW:

"Não é à toa que o contrabaixista Chris Wood, em entrevista ao UOL, afirmou seu otimismo em relação à cena jazzística norte-americana atual. Com 15 anos de estrada e uma boa dezena de álbuns em seu currículo, sua banda principal, Medeski, Martin and Wood, é capaz de levantar um público de maneira difícil de ser igualada por seus contemporâneos do (vá lá) jazz. Wood diz isso com uma ponta de vingança. Afinal, quando seu trio começou a produzir, no início dos 90, o conservadorismo da geração que se convencionou chamar de young lions dominava o jazz. MMW e seus colegas de espírito, como Marc Ribot e Dave Douglas, comiam pelas beiradas. Hoje, a indústria do jazz tradicional vive uma indigência jamais experimentada, e os músicos buscam saídas. "Vejo que os tradicionalistas daquela época estão procurando formas mais criativas", diz o baixista. E não é para menos.

O segundo show do trio nova-iorquino na excursão deste ano pelo Brasil lotou o Bourbon Street com o tipo de público que a indústria fonográfica mais persegue: jovens, entre os 20 e os 30, interessados por música o suficiente para, de fato, comprar discos. Essa já é uma tradição no trabalho de MMW. Em 1996, com o lançamento de seu disco mais popular, "Shack-Man", o trio firmava posição como, possivelmente, o grupo de (vá lá de novo) jazz mais popular entre jovens nos EUA. Sua mistura de transe, psicodelia, funk e soul jazz teve apelo imediato entre os universitários que escutavam drum and bass, trance e os sons das jam bands como Phish, que, na trilha do Grateful Dead, misturavam rock com todo tipo de material que proporcionasse longas improvisações que abastecessem tanto o corpo quanto a mente. O notável é que, se bandas como Phish mantiveram entre seus ouvintes essencialmente aquelas mesmas pessoas de meados da década passada, o MMW segue atraindo gente que tem 20 anos agora, em 2006.
Em vez de escutar trance e drum and bass, essas pessoas se dedicam, hoje, a outras formas de música eletrônica e, especialmente, ao hip hop, com os quais o MMW mantém a mesma tênue relação que estabeleceu com os sons mais populares dos anos 90. Dito apenas dessa forma, pode parecer que o trio faz concessões a estilos mais em voga para obter sucesso. Mas quem estava presente ao show do Bourbon dificilmente chamaria o som da banda de oportunista ou comercial. O que se viu foi um público jovem - junto com os fãs dos anos 90 e aqueles de todas as idades que apreciam improvisos e invenções - reagir a um som na melhor tradição experimentalista do jazz como se estivesse assistindo Franz Ferdinand, TV on the Radio ou DJ Shadow.
No início, John Medeski (teclados), Billy Martin (bateria e percussão) e Chris Wood (baixo acústico e elétrico) testaram a paciência desse público. Foi quase uma hora de pequenos ruídos de teclado e percussão (sempre com a âncora fiel do baixo de Wood) explosões improvisadas ad lib e experimentalismos à Cecil Taylor inseridos no repertório menos acessível da banda. Nas raras oportunidades de se divisar alguma melodia cantável, a banda apresentou uma tela em que a audiência buscou adivinhar (ou projetar) a música de que se tratava. Entre as possibilidades ouvidas entre a platéia (e expressadas), estiveram Peter Tosh ("Legalize It"), PJ Harvey, Bobby Timmons ("Moaning"), Tom Jobim ("Garota de Ipanema"), Ray Charles ("What'd I Say") e outras que este repórter não teve a oportunidade de ouvir.Quando estava quase no ponto de perder o público, com a conversa chegando num tom mais alto e muitos recorrendo ao bar, o grupo mostrou a experiência adquirida com muita estrada (muita mesmo: os integrantes já chegaram a vender seus apartamentos porque passavam todo o tempo morando dentro de uma van). Atacou com o tradicional gospel "Is There Anybody Here that Loves my Jesus", que abre o seu disco mais popular, "Shack-Man", de 1996. A partir desse momento, e por quase todo o tempo que se seguiu ao intervalo, a banda não abandonou mais o groove, ora relaxado, ora mais frenético. O público respondeu com evidente empatia, especialmente nas outras duas faixas de "Shack-Man" apresentadas. No bis, com a catarse já instalada entre o público, a banda misturou "Bemsha Swing", de Thelonious Monk com "Lively Up Yourself", de Bob Marley, em versão acústica, antes de embarcar numa bela melodia, bem calma, que foi morrendo aos poucos e preparando a platéia para, depois de duas horas e meia (o show se iniciou por volta das 23h e encerrou à 1h30), voltar para casa.
Como se não bastasse a ótima experiência estética que foi o segundo show de MMW no Brasil em 2006, a noite ainda valeu, portanto, por sua dimensão comportamental. Afinal, não é sempre que se vê improviso e experimentação no palco conviverem com uivos de aprovação, camisetas de Raul Seixas e meninas se beijando na platéia.

O trio norte-americano Medeski, Martin and Wood conversou com a TV UOL poucas horas antes de subir ao palco do Bourbon Street, em São Paulo, na quinta-feira (23).
Leia abaixo a transcrição da entrevista:

O show da noite anterior
Billy Martin - Foi ótimo, divertido. Boa energia no palco e fora, o público foi ótimo.
Chris Wood - A disposição foi pouco usual. Público dos dois lados.
John Medeski - Gente em todos os lugares. Foi bacana.
Próximos discosJM -
Recém gravamos um novo disco com John Scofield, como quarteto, um trabalho de cooperação. Nós mesmos vamos lançá-lo, em nosso novo selo.
BM - Novo e independente.

Público jovem.
BM - Acho só que os jovens gostam de nossa música, assim como os velhos. Quantos aos jovens, talvez seja porque grande parte (de nossa música) é dançável, excitante, experimental e "hardcore", num certo sentido.
JM - Nós buscamos inspiração em todo o tipo de música popular que está acontecendo, especialmente nos grooves. Acho que as pessoas se ligam a isso, ao ritmo do seu tempo. Por isso os garotos se ligam a isso. Mesmo que façamos (música) de maneira experimental, ritmicamente nós nos baseamos em formas de música para dançar.
CW - Muita música é feita com DJs, com "tecnologia", não somente com músicos que aprenderam a tocar seus instrumentos. Por isso, acho que é excitante, às vezes, ver gente que realmente pode tocar seus instrumentos e improvisar sobre esses tipos de música de que você falou (hip hop e tecno).

A cena de jazz nos EUA hoje
CW - Quando fazíamos parte da cena do downtown de Nova York, eu, pessoalmente, era muito mais atraído a ela do que à cena do jazz tradicional porque era menos elitista, mais mente aberta, experimental. Tentava-se todo tipo de coisas diferentes, havia muito apoio, todos tocavam nas bandas uns dos outros, era muito bacana. Acho que mudou um pouco. Hoje, há muitos músicos de jazz que eram tradicionais naquela época e hoje estão misturando diferentes tipos de música. Não estão mais tentando ser tão experimentais. As mentes estão se abrindo, os limites entre as formas musicais estão ficando menos nítidos. Isso pode ser bom para a música.

O disco para crianças que eles estão preparando
CW - É para adultos infantis também
JM - Vai ter crianças nas gravações também. É um disco para crianças. Mas acho que toda nossa música é para crianças!

O que eles estão escutando
BM - Elliott Smith
JM - Coco Rosie
CW - Roy Orbison

Hermeto Pascoal
BM - Nós o encontramos no Central Park um dia em que ambos estávamos tocando lá. Ele estava escrevendo a música de número 365 daquele ano (o projeto se chama Calendário do Som) porque ele estava fazendo 60 anos e achava que ia morrer. Ele tocou sanfona para nós, um pequeno concerto atrás do palco. Nós fizemos "buááá" (imita choro).
CW - E a chaleira!
BM - Ah, é, teve a chaleira (imita Hermeto tocando uma chaleira).

http://musica.uol.com.br/ultnot/2006/03/24/ult89u6361.jhtm

MMW-Eletric Tonic:
http://rapidshare.com/files/7737790/Electric_Tonic.rar.html

Agradecimentos á Luiz Gustavo Mascaranhas por ter upado esse excelente álbum pra gnt.
Antes tarde que nunca os créditos.
Valeu Luiz!

Interessante Blog:
"República de Fiúme"
http://republicadefiume.blogspot.com/
HEHE.

Pepeu Gomes:

"O multi – instrumentista, cantor, arranjador e compositor Pepeu Gomes leva em primeira mão as Lonas Culturais do Rio, o show De Espírito em Paz, do homônimo DVD lançado pela Globo Som Livre. No roteiro do show, Pepeu revisita sua carreira de mais de 30 anos de sucesso com as canções Deusa do Amor; Masculino e Feminino; Fazendo Música Jogando Bola e Alma (música indicada ao Grammy Latino), entre outras.

Considerado pela revista americana "Guitar World", um dos 10 melhores guitarristas do mundo na categoria "world music", Pepeu garante solos vibrantes com seu estilo singular e faz uma homenagem ao músico criador do movimento mangue - beat Chico Science, com um bloco de duas músicas em rítmo de maracatú misturados com guitarras e muito suingue.

O cavaquinho também tem a sua vez em um pout - pourri de chorinhos onde o instrumentista mostra um pouco de suas influências musicais, que vem desde, Jacob do bandolim, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Assis Valente, entre outros.

Esse caldeirão de influências foi revelado no grupo Novos Baianos, formado em 1969, que acabou virando um movimento, onde Pepeu Gomes foi o seu eixo instrumental. Sempre pautado na base cultural brasileira, mas com toda uma preocupação de ter um som com elementos universais, a banda lançou oito trabalhos que viraram marcos no contexto da mpb e até do rock brasileiro dos anos setenta.
Mas Pepeu começou a tocar profissionalmente ainda menino, acompanhou Gilberto Gil e Caetano Veloso no lendário show de despedida pré-exilio Londrino em Julho de 1969. Depois de sua carreira solo consolidada, já se apresentou 6 vezes no Festival de Montreaux, tocou no Rock in Rio I, II, III, no Free Jazz, e fez varias apresentações no exterior. O artista é um alquimista de sons a serviço da moderna música brasileira.

Pepeu Gomes promete nas apresentações do show De Espírito em Paz, a mesma intensidade musical que ficou registrada no DVD o qual tem as participações mais que especiais de Armandinho, Rogério Flausino (Jota Quest), SNZ, Zélia Duncan, Jorge Vercilo e Gilberto Gil.
A turnê segue por todo Brasil e em 2007 faz os festivais da Europa."

Pois é:
http://www.pepeugomes.com/

A polêmica continua:

"Por Bruno Marques Caldeira

Em um bate papo realizado há alguns anos com o falecido Arthur Franquini (FORGOTTEN BOYS), PEPEU GOMES diz que foi chamado para tocar no MEGADETH mas que não aceitou por motivos pessoais e também por preferir ficar no Brasil, e de quebra ainda diz que foi convidado para integrar o LIVING COLOUR!
A notícia rolou aqui no Whiplash! alguns anos atrás. Mas agora é possível conferir o vídeo da entrevista em questão no YouTube.
Mentira? Verdade? Delírio? Confira o vídeo http://www.youtube.com/watch?v=EUkOBkF30DE "
http://whiplash.net/materias/news_906/045378-pepeugomes.html

Entrevista:
"1- Você iniciou a sua carreira solo em 1978, com o disco instrumental Geração de Som, como vê a música instrumental hoje no Brasil?
Acho que a música instrumental no Brasil está caminhando e abrindo espaço nas rádios e nas casas noturnas. Ainda timidamente, mas sem parar. Acabei de fazer um show quase todo instrumental no Bourbon Street em São Paulo e foi transmitido ao vivo pela rádio Eldorado. O alcance foi maravilhoso, inclusive o Junior da dupla Sandy & Junior estava no carro e quando ouviu foi correndo me assistir. Também vou gravar o Instrumental MPB no mês que vem. São conquistas.

2- Você é considerado pela revista americana Guitar World um dos 10 melhores guitarristas do mundo na categoria world music. E o primeiro da América Latina. O Brasil também reconhece o seu talento?
O Brasil tem um dos povos mais generosos que já vi na vida. Sempre sou recebido com muito carinho e sobretudo com muito respeito por onde passo. A imprensa sempre diz isso quando vai me entrevistar, então acho que sim, sou reconhecido também no meu país.

3- Os seus irmãos também são músicos, o Jorginho Gomes é baterista e Didi é baixista. É um power trio? Há algum trabalho apenas com vocês três?
Cada um segue o seu caminho, mas jamais perdemos contato. Nós nos amamos muito.

4- Queria falar sobre o DVD, De Espírito em Paz, que comemora seus 30 anos de carreira. É o seu primeiro DVD? Tem convidados? Onde foi gravado?
É o meu primeiro DVD e onde revisito parte da minha carreira. Os convidados são meus queridos amigos que já gravaram minhas músicas ou aqueles que tenho um vínculo musical muito grande. Entre eles estão o Gilberto Gil, a Zélia Duncan, o Rogério Flausino do Jota Quest, Armandinho, Jorge Vercilo, as minhas filhas que tem o SNZ, e o Ivo Meireles. Foi gravado no Garden Hall, no Rio.

5- É verdade que no Carnaval de 2007 na Bahia, você terá um trio só seu? E que não tocará axé, apenas rock, como Janis Joplin, Jimi Hendrix, Rolling Stones e tais?
Também é verdade. Estamos captando patrocínio para que isso aconteça. Os convidados ainda tenho que guardar a sete chaves, mas logo vocês irão saber. Vou tocar muito rock, salsa e outros ritmos, mas com muito molho de percussão.

6- Pepeu ainda procura um guitarrista que ameace tirar o seu emprego, ou o Brasil já revelou um guitarrista a sua altura ?
O sol nasceu para todos. Cada um toca da sua maneira. O melhor de tudo é quando cada um descobre seu próprio estilo sem copiar ninguém. Ter personalidade musical. O Brasil é o celeiro musical do mundo. Não é a toa que faço anualmente minhas turnês pela Europa, Japão e Estados Unidos com sucesso absoluto."
http://oucabem.zip.net/arch2006-10-08_2006-10-14.html

Mais discos:
Steve Vai-Alien Love Secrets
http://rapidshare.de/files/31140555/05_-_Alien_Love_Secrets.rar
Alive In A Ultra World
http://rapidshare.de/files/31500940/11b_-_Alive_In_An_Ultra_World_II.rar

Excelente conto de Jô Soares (até que de vez em quando ele dá uma dentro!):

Telegrama ao ministro

Era sábado. O presidente e seus assessores sentaram-se em volta da mesa de reuniões. Precisavam encontrar uma forma de demitir o ministro sem ferir suscetibilidades. Afinal, já era o quarto ministro que o presidente trocava nessa área em menos de oito meses. Alguém sugeriu em telegrama:
- È a forma mais impessoal, presidente. Assim ninguém fica tão diretamente envolvido.
- Sim, mas com que texto? Eu gosto muito dele. Sou presidente, mas não estou aqui pra magoar ninguém – disse o presidente.
- Isso é fácil – falou outro assessor. - Basta colocar: VENHA URGENTE BRASÍLIA. SUA DEMISSAÕ IMEDIATA.
Todos leram e alguém em volta da mesa, não se sabe ao certo qual dos assessores, comentou:
- Eu acho que não está bom. Afinal de contas vocês sabem que o ministro já está meio estressado com todas essas denúncias de favorecimento, de repente pode ter um enfarte e o governo fica mal.
[...]
Foi a vez de outro assessor tentar redigir uma forma mais amena que não assustasse o ministro em passeio de fim de semana. Sentou-se e escreveu: INTERROMPA FIM DE SEMANA IMEDIATAMENTE E VOLTE CORRENDO. Novamente o telegrama não foi aprovado. Um dos assessores observou:
- Não sejamos infantis. Se ele está descansando no fim de semana e recebe essa notícia, vai sacar imediatamente que se trata de demissão. Se por acaso tiver algum jornalista com ele, amanhã mesmo a notícia já esta nos jornais.
- Também concordo – falou preocupado o presidente. Então um assessor mais intelectual aproximou-se. Pegou no bloco de papel e rabiscou rapidamente: INTERROMPA FIM DE SEMANA IMEDIATAMENTE E VOLTE BEM DEVAGAR PARA BRASÍLIA. TUDO MAIS OU MENOS BEM NO MINSITÉRIO. Um assessor que até então não tinha se manifestado, declarou:
- Vocês acham que o ministro é bobo? Se estiver escrito tudo mais ou menos bem e que ele pode voltar devagar, ele já vai adivinhar que todas essas preocupações são para anunciar sua demissão. Nunca vi uma frase tão idiota como “tudo mais ou menos bem”. Ele não é bobo. Ninguém trabalha anos junto a uma grande empreiteira sendo bobo.
- Concordo plenamente. Ele pode ser descuidado, mas não é bobo - pensou alto o presidente. Mais um assessor, formado em Letras e Filosofia, resolveu redigir o telegrama: AQUI TUDO ÓTIMO. BRASÍLIA TRANQÜIILA. CLIMA MAGNÍFICO. VOLTE ASSIM QUE PUDER. SAUDADES. SEMPRE TEU, PRESIDENTE. De todas as formas apresentadas até então, essa foi a que causou mais revolta.
[...]
Um assessor de mais idade, conhecido em Juiz De Fora pela habilidade com que arbitrava discussões sobre os mais variados temas, sentou-se, pensou bem, ponderou, molhou a ponta do lápis na língua e caprichou: SE POSSÍVEL VOLTE. NENHUM MOTIVO PARA APREENSÃO. PRESIDENTE MORTO DE SAUDADES. PEQUENA SURPRESA AO CHEGAR.
- Realmente, esse bate todos os recordes! – disse um jovem assessor muito invejoso. – Em primeiro lugar, não é “se possível”, ele tem que voltar mesmo. Em segundo lugar, é uma total falta de respeito dizer que o presidente está morto de saudades. Além de ser mentira. E, finalmente, todo o ministro ligado á área econômica sabe bem o significado da palavra “surpresa”. Colocar a palavra “surpresa” no telegrama chega a ser um requinte de crueldade.
Abandonaram a idéia rapidamente. Seguiu-se um longo período do silêncio em que os assessores andavam de lá pra cá. Serviu-se mais um cafezinho. Finalmente o presidente se sentou á mesa e ele mesmo redigiu o telegrama:
APROVEITE BEM O FIM DE SEMANA. AQUI TUDO NA MESMA. TUDO ÓTIMO. NÃO ESQUENTE E DIVIRTA-SE.

(Veja, 19/5/93).

Versinho.

Amarelo com a luz sobre as traças
Debaixo de uma cascata cheia de pérolas
Está meu amor, a moça de trancinhas

Em seu peito repousa os suspiro de todos os deuses
Elá que é o berço de todos os amores e humores
Das alegrias e do riso...

Menina de tranças da pele clara
E do olhar de petecas mil
Que espera por mim debaixo da chuva
De tez em dourado anil.

By me.

Pepeu Gomes-Discografia Instrumental: 20 anos.
http://rapidshare.com/files/4686955/98PEPEUGCD1.rar.html
http://rapidshare.com/files/4681884/98PEPEUGCD2.rar.html
HELLO!

Hoje vamos fazer um Top discos que você precisa ouvir. Veja as categorias. Não há primeiro colocado,todos são importantes:

1-Categoria: Guitar That Rulez The World.
SRV: Live Montreux
Steve: Alien Love Secrets(não disponível)
Pepeu Gomes: 20 anos discografia Instrumental
Cream: Live 1968(não disponível)

2-Categoria: Rulez The World But Don´t Have Any Guitar.
Niacin: Time Cruch
Weather Report: 8:30
Michael Brecker: Two Blocks From The Edge(não disponível)

3-Categoria: Fusion Rulez The World.
Miles Davis: TUTU
Marcus Miller: M2(não disponível)
Allan Holdworth: REH-audio
John Scofield & MMW: A Go-Go
Planet X: Live From Oz(não disponível)
Greg Howe,Victor Wooten, Dennis Chambers: Extraction
Cesar Camargo Mariano & Hélio Delmiro: Samambaia
Dixie Dregs: Full Circle

4-Categoria : Whatta Heck???????????/Longboarder Jazz
Jimi Hendrix: Eletric Ladyland
Nguyen Lê: Bakida(não disponível)
Robert Fripp: Love Cannot Bear Soundscapes(não disponível)
Paco de Lucia & Sextet: Live In America(não disponível)
Hoje acordei ouvindo hendrix. Fiquei ensandecido com tantas viagens sonoras á base de LSD e experimentalismo. Hendrix é fusion cara... blues-rock psicodélico com pitadas profundas de experimentalismo e execução barroca com muito feedback do público... cara isso em 1967... quero dizer.. porrra um cara desse tem que ter ouvido absoluto para fazer essas viagens de música oriental em cima de experimentalismo e em cima de mais experimentalismo... égua muita onda estranha mesmo... isso sem sacar nada de música de conservatório. Sem comentários.

"A Merman I Should Turn To Be"

Tema 1

"Hurrah i awake from yesterday
Alive but the war is here to stay
So my love Catherina and me
Decide to take our last walk
Through the noise to the sea
Not to die but to be re-born
Away from a life so battered and torn..."

"Forever..."

Tema 1

"Oh say can you see its really such a mess
Every inch of earth is a fighting nest
Giant pencil and lip-stick tube shaped things
Continue to rain and cause screaming pain
And the arctic stains
From silver blue to bloody red
As our feet find the sand
And the sea is strait ahead..."

"Strait ahead....."

Chorus:

"Well its too bad
That our friends
Cant be with us today
Well thats too bad
'The machine
That we built
Would never save us'
That's what they say(That's why they aint coming with us today)
And they also said
"It's impossible for man
To live and breath underwater..
Forever" was their main complaint(Yeah)
And they also threw this in my face:
They said
AnywayYou know good well
It would be beyond the will of
GodAnd the grade of the King(Grace of the King yeah yeah)"

Tema 2

Recitando:
[So my darling and I
Make love in the sand
To salute the last moment
Ever on dry land
Our machine has done its work
Played its part well
Without a scratch on our bodies
And we bid it farewell
Starfish and giant foams
Greet us with a smile
Before our heads go under
We take a last look
At the killing noise]
"Of the out of style...
The out of style, out of style "

Tema 1
[Muito experimentalismo]
{Continuam as viagens, muitos ventos...]
[Repare como ele faz um duo com uma guita fazendo umas pentas outside dando uma cor oriental, o palm mute imita um shamisen...caralho..agora é um tambor...]
[Muitos gritos, muito feedback...uma flauta...Mitch Michell...muito Pan e Crossover... voltamos ao tempo da música ao blues mas com aquele ar de satisfação..olha a flauta...harmônicos... outra guita microfonando atrás...Delays claro... uma cavalgada..muitas microfonias...Hendrix...?????????????????]

"So Down e Down Down we go..."
Tema 1: psicodélico até o final. Merecia um D.C.

Tive um orgasmo.
Caralho.
Cara nem precisava usar drogas naquele tempo, bastava ouvir isso uma noite toda... realmente altera os ânimos de um corpo inerte...o meu e o seu... :)

Guga Experienced

Eletric Ladyland:
http://www.filefactory.com/file/5c111a/
Feliz Natal meus queridos.

Sunday, December 17, 2006


Tópico pra não dizerem que eu não gosto de Blues e nem de guitarristas brasileiros:

Ao lado, o gigante do Fusion Mike Stern e o nosso amigo Big Joe Manfra.

Discos do bluseiro brazuca pra baixar:





Big Joe Manfra.
http://rapidshare.com/files/7101366/Big_Joe_Manfra.zip

Big Joe Manfra 2.
http://rapidshare.com/files/7103828/Big_Joe_Manfra_Dois.zip

Bio:
(...)" Durante esses anos na estrada, se apresentou na Argentina e em festivais de norte a sul do Brasil ao lado dos grandes nomes do blues brasileiro, como Celso Blues Boy, Blues Etílicos, Nuno Mindelis, Baseado em Blues, Big Alanbik; do blues americano como Rod Piazza & The Mighty Flyers, Tommy Castro, Chicago Blues Ladies; além de dividir o palco com nomes internacionais como Stanley Jordan, Grant Green Jr., Norton Buffalo, Peter Madcat e Jamie Wood. Ao lado de Jefferson Gonçalves fundou o selo Blues Time Records (hoje o principal e mais importante do blues no Brasil); e o trio acústico Blues Etc., cujo CD foi indicado como finalista na categoria ‘Língua Estrangeira’ do ‘Prêmio Caras de Música 2002’(...) "

Para mais acesse:
http://www.bigjoemanfra.com/site/default.asp
http://www.myspace.com/bigjoemanfrabluesband

Aqui você baixa o cd dele sem precisar ir á sampa...
:)
Cheers
Jah
Pz

Guga.